Rota Vicentina (Trilho dos Pescadores)
A rede de caminhadas da costa vicentina. O Trilho dos Pescadores segue o oceano de Odeceixe até Sagres, em etapas de um dia por caminhos de areia, arribas e praias desertas.
As salas
Explorar
Comunidade
Criar
Para negócios
Empresa
Contacto e legal
Conta

Para lá das praias há outro Algarve: trilhos de arriba e de serra, lagoas cheias de aves, barragens para remar, cascatas de primavera e miradouros que explicam a região inteira. Este é o guia, com tudo no mapa.
4 lugares
A rede de caminhadas da costa vicentina. O Trilho dos Pescadores segue o oceano de Odeceixe até Sagres, em etapas de um dia por caminhos de areia, arribas e praias desertas.
A travessia interior do Algarve, 300 km desde o Guadiana em Alcoutim, pelas serras do Caldeirão e de Monchique, até ao farol do Cabo de São Vicente. A forma a sério de conhecer o interior.

A caminhada de arriba mais famosa do Algarve, cerca de seis quilómetros entre a Praia da Marinha e a Praia de Vale de Centeanes, sobre arcos, algares e a gruta de Benagil.
Caminhos planos e fáceis entre as salinas e lagoas da Ria Formosa, entre Faro e a Quinta do Lago. Flamingos na época, aves todo o ano e bom para bicicleta.
6 lugares

O grande sistema lagunar do sotavento: ilhas-barreira, sapais, salinas e pradarias de cavalos-marinhos. O centro de visitantes da Quinta de Marim, em Olhão, é a porta de entrada clássica.

Uma das costas protegidas mais extensas da Europa cobre toda a costa oeste, de Burgau ao Alentejo. As praias e passadiços da Carrapateira mostram-na no seu melhor.
A primeira reserva natural de Portugal: salinas e sapais junto ao Guadiana, onde se alimentam flamingos, colhereiros e cegonhas e ainda se produz flor de sal à mão.
Um vale verde protegido perto de Querença, onde uma nascente mantém a ribeira a correr todo o ano. Um percurso circular fácil entre salgueiros, choupos e velhos moinhos, no seu melhor na primavera.

O estuário entre Alvor e Lagos: dunas, sapal e passadiços de madeira sobre a água. Um passeio fácil ao pôr do sol, na companhia de aves limícolas e mariscadores.
Uma lagoa costeira atrás da Praia Grande, um dos locais de observação de aves mais acessíveis do sul: flamingos, ibis-preto e camão vistos de um passadiço plano.
5 lugares
Uma albufeira tranquila nas colinas atrás de Silves, rodeada de eucaliptos e laranjais. Merendas, caiaque e água espelhada nas manhãs sem vento.
A albufeira azul-esverdeada do barlavento, encaixada nas colinas a norte de Lagos. Um miradouro dramático do paredão e trilhos pela margem.
A maior albufeira da região, no sopé da serra de Monchique. Remota, selvagem e quase sempre vazia: a viagem entre sobreiros é metade da recompensa.
Vista de cima, esta albufeira sinuosa do nordeste algarvio enrola-se como um dragão azul entre as colinas. Ao nível do chão é mais calma: socalcos de oliveiras e o interior puro do Guadiana.
A vizinha mais pequena de Odeleite, logo a jusante: margens de pinheiro, pesca e quase ninguém, mesmo em agosto.
4 lugares
Uma pequena cascata e um pego verde escondidos nos pomares perto de Tavira. Melhor depois das chuvas de inverno; no pico do verão a queda pode reduzir-se a um fio.
A cascata de Alte, a poucos passos das fontes da aldeia, caindo sobre um degrau de travertino para um pego de banho. Um clássico dos piqueniques de primavera.
A nascente que fez a fama de Alte: água fresca, mesas de pedra à sombra e um ambiente de praia fluvial no meio de uma das aldeias mais bonitas do Algarve.
As termas do Algarve, apreciadas desde os romanos, numa aldeia arborizada na estrada de Monchique. Vale pela caminhada no bosque do vale tanto como pela água.
5 lugares

O teto do Algarve, a 902 metros. Num dia limpo a vista vai do Cabo de São Vicente às serras atrás de Faro, e está de forma fiável bem mais fresco do que no litoral.

O canto sudoeste da Europa continental: um farol sobre arribas altíssimas, onde o mundo antigo acreditava que o mar acabava. Os pores do sol atraem multidões por boas razões.
Um maciço calcário que se ergue do barrocal perto de Salir, com um trilho circular por grutas, muralhas da Idade do Ferro e águias de Bonelli até uma vista sobre meio Algarve.

O promontório dourado de Lagos, de leixões, arcos e grutas. Percorra o passadiço da arriba, desça a longa escadaria até à água, ou veja-o como deve ser, de barco.
Uma aldeia caiada num alto sobre a ponta nascente da Ria Formosa, debruçada sobre viveiros de ostras e um areal branco. Uma das grandes vistas simples do Algarve.