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Pintura a óleo sobre a paisagem e o mar do Algarve, de J. Eduardo, com entrada gratuita no Convento de São José, em Lagoa.
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Ares e Mares reúne pintura a óleo de J. Eduardo, artista autodidata e antigo piloto cuja obra regressa sempre ao mar e à paisagem do Algarve. A mostra abre com uma sessão de inauguração a 6 de agosto, na Sala de Exposições Temporárias Manuel Gamboa, no Centro Cultural Convento de São José, em Lagoa. As pinturas percorrem cenas costeiras e campos abertos, num estilo solto e atento à luz, de um artista que passou anos a observar a região do ar antes de se dedicar à tela. É uma mostra pequena e gratuita, e não um grande evento, ideal para uma visita tranquila durante uma estadia em Lagoa. A exposição fica patente durante quase dois meses, dando aos visitantes do resto do verão e início do outono várias oportunidades para a ver. A entrada é gratuita dentro do horário normal do centro.
Centro Cultural Convento de São José, Sala de Exposições Temporárias Manuel Gamboa
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O Sítio das Fontes é onde os lagoenses passam os domingos de piquenique enquanto os visitantes fazem fila para os passeios de barco uns quilómetros a jusante. As nascentes de água doce brotam para um tanque junto ao moinho de maré recuperado, os passadiços serpenteiam por sapal e mata, e garças e limícolas percorrem o lodaçal do estuário do Arade. Um pequeno anfiteatro de pedra encaixado na encosta recebe concertos de vez em quando. É um passeio plano e tranquilo, mais volta do que caminhada, ideal com crianças ou avós. Siga as placas a partir de Estômbar; ao fim da tarde a luz sobre o sapal é a melhor, e há mesas de piquenique debaixo das árvores.

Toda a gente sobe ao castelo vermelho; poucos se demoram no rio. A Ponte Velha, medieval sobre fundações mais antigas e há muito tratada por ponte romana, continua a levar quem atravessa o Arade a pé, e as margens em volta são Silves no seu registo mais local: pescadores, esplanadas, manhãs de mercado e cegonhas a crepitar nas chaminés. Na maré vazia o rio recolhe-se em canais onde garças e limícolas se alimentam, com o castelo e a Sé empilhados sobre o casario caiado. Passe para a margem sul ao fim da tarde para a vista sobre a cidade e sente-se depois perto do mercado municipal enquanto a luz fica cor de laranja.

Alcalar foi o centro cerimonial de uma comunidade calcolítica que cultivava este canto do Algarve, e o Monumento 7, restaurado, é a peça principal: uma mamoa de pedra com um corredor baixo que conduz a uma câmara em falsa cúpula, engenharia de cerca de 3000 a.C. para onde se pode espreitar a partir do corredor de entrada. À volta ficam vários outros túmulos em diferentes estados de escavação, e um pequeno centro interpretativo põe tudo em contexto. Vai quase de certeza ter o sítio só para si, com as cotovias e o vento por companhia. Está sinalizado a partir da Mexilhoeira Grande, junto à N125; combine com um almoço em Alvor ou na Figueira.
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Corrida de praia com tradição no sotavento algarvio, 8km de areal entre a Manta Rota e Monte Gordo, a 30 de agosto.

O Centro Ciência Viva de Tavira encerra as manhãs solares de agosto na Praia do Barril, a partir das 10h00 de 31 de agosto de 2026.

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