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Exposição de neorrealismo que assinala o 18.º aniversário do Museu de Portimão, com cerca de 60 obras, patente até 30 de agosto.
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Uma Poética Resistente foi inaugurada a 17 de maio de 2026 no Museu de Portimão, assinalando o 18.º aniversário do museu, em parceria com o Museu do Neo-Realismo de Vila Franca de Xira. Com curadoria de David Santos, a mostra reúne cerca de 60 obras entre pintura, desenho, gravura e fotografia de artistas ligados ao movimento neorrealista, entre os quais os portimonenses Margarida Tengarrinha e Querubim Lapa, além de Júlio Pomar e Júlio Resende. As obras percorrem o neorrealismo entre meados da década de 1930 e o final dos anos 50, período em que artistas portugueses usaram a pintura e a gravura como forma silenciosa de resistência ao Estado Novo, retratando a dureza da vida rural e a desigualdade social sem perder a esperança na mudança. A exposição está patente até 30 de agosto de 2026, na antiga fábrica de conservas de sardinha que hoje alberga o Museu de Portimão. De 15 de julho a 31 de agosto o museu tem horário de verão, aberto de terça a domingo das 15h00 às 23h00; o bilhete normal custa 3 euros, com tarifa reduzida de 1,50 euros.
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O Sítio das Fontes é onde os lagoenses passam os domingos de piquenique enquanto os visitantes fazem fila para os passeios de barco uns quilómetros a jusante. As nascentes de água doce brotam para um tanque junto ao moinho de maré recuperado, os passadiços serpenteiam por sapal e mata, e garças e limícolas percorrem o lodaçal do estuário do Arade. Um pequeno anfiteatro de pedra encaixado na encosta recebe concertos de vez em quando. É um passeio plano e tranquilo, mais volta do que caminhada, ideal com crianças ou avós. Siga as placas a partir de Estômbar; ao fim da tarde a luz sobre o sapal é a melhor, e há mesas de piquenique debaixo das árvores.

Alcalar foi o centro cerimonial de uma comunidade calcolítica que cultivava este canto do Algarve, e o Monumento 7, restaurado, é a peça principal: uma mamoa de pedra com um corredor baixo que conduz a uma câmara em falsa cúpula, engenharia de cerca de 3000 a.C. para onde se pode espreitar a partir do corredor de entrada. À volta ficam vários outros túmulos em diferentes estados de escavação, e um pequeno centro interpretativo põe tudo em contexto. Vai quase de certeza ter o sítio só para si, com as cotovias e o vento por companhia. Está sinalizado a partir da Mexilhoeira Grande, junto à N125; combine com um almoço em Alvor ou na Figueira.

Toda a gente sobe ao castelo vermelho; poucos se demoram no rio. A Ponte Velha, medieval sobre fundações mais antigas e há muito tratada por ponte romana, continua a levar quem atravessa o Arade a pé, e as margens em volta são Silves no seu registo mais local: pescadores, esplanadas, manhãs de mercado e cegonhas a crepitar nas chaminés. Na maré vazia o rio recolhe-se em canais onde garças e limícolas se alimentam, com o castelo e a Sé empilhados sobre o casario caiado. Passe para a margem sul ao fim da tarde para a vista sobre a cidade e sente-se depois perto do mercado municipal enquanto a luz fica cor de laranja.
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Uma homenagem à vida e obra do fotógrafo natural de Albufeira, nascido a 15 de junho de 1932. Começou a fotografar a cidade de Albufeira entre 1948 e 1950, continuando este trabalho até 2016; o seu arq

Uma residência de um mês em medicina tradicional chinesa, com planos de tratamento individuais.

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