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Em 2026, o Festival F assinala a sua 11.ª edição, decorrendo ao longo de três dias, de 3 a 5 de setembro, e reforçando a sua identidade como um festival que pertence verdadeiramente à cidade. Ao longo de mais de uma década, o F tem
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Em 2026, o Festival F assinala a sua 11.ª edição, decorrendo ao longo de três dias, de 3 a 5 de setembro, e reforçando a sua identidade como um festival que pertence verdadeiramente à cidade. Ao longo de mais de uma década, o F cresceu, evoluiu e consolidou o seu lugar como um dos maiores eventos culturais do país, afirmando-se como o Último Grande Festival do Verão. Este ano, o centro histórico de Faro voltará a transformar-se num animado palco ao ar livre, com o festival a atravessar, como já é tradição, as muralhas da Vila Adentro e a estender-se até às margens da Ria Formosa. Toda a cidade respira música, arte e criatividade, numa celebração em que o património e a modernidade se encontram.
Evento listado através de Visit Algarve
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O Ludo é a Ria Formosa na sua versão mais generosa: antigas salinas e lagoas de água doce cruzadas por caminhos de terra batida, planos, que se percorrem a pé ou de bicicleta entre o aeroporto de Faro e a Quinta do Lago. Os flamingos são a atração principal e estão presentes a maior parte do ano, acompanhados por colhereiros, pernilongos e, nos pinheiros, camaleões que dificilmente vai conseguir ver. O percurso liga ao trilho de São Lourenço, pelo que dá para uma manhã inteira de observação, e a pista do aeroporto compõe um cenário improvável para fotografias. Comece no caminho de terra junto à ponte da Praia de Faro ou do lado da Quinta do Lago, vá cedo pela luz e leve binóculos.

A Ilha Deserta, oficialmente Ilha da Barreta, é o ponto mais a sul de Portugal continental: sem povoação, sem carros e com um único restaurante junto ao pontão. A maioria dos visitantes fica ali perto, e é por isso que aconselhamos o contrário: siga o passadiço ou a linha de maré para sudoeste, em direção ao Cabo de Santa Maria, e em quinze minutos tem quilómetros de areal só para si, com bancos de conchas debaixo dos pés e a Ria Formosa inteira nas costas. Há barcos a partir do cais da baixa de Faro todo o ano, com mais frequência no verão. Não há sombra fora do restaurante: leve chapéu de sol, água e boné, e confirme a hora do último barco de regresso.

A meio da manhã, a ponte de madeira da Quinta do Lago é um desfile de sacos de praia; ao amanhecer pertence às garças, aos corredores e a quem se deu ao trabalho de pôr o despertador. O passadiço atravessa lago, sapal e duna a caminho da Praia da Quinta do Lago, e a luz rasante sobre a ria é o mais próximo de natureza selvagem que o Triângulo Dourado consegue. Em baixo, no canal, há sempre pescadores, e o trilho de São Lourenço começa junto ao lago, para quem quiser esticar o passeio. Estacione no parque da praia, ao fundo da avenida; chegar antes das oito, no verão, é também fugir à fila do estacionamento.
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