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Os solistas da Orquestra do Algarve apresentam uma formação invulgar para este concerto de música de câmara: um quarteto de sopros com Joaquim Moita no fagote, Luís Miguel Garcia na flauta, Emídio Costa no clarin
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Os solistas da Orquestra do Algarve apresentam uma formação invulgar para este concerto de música de câmara: um quarteto de sopros com Joaquim Moita no fagote, Luís Miguel Garcia na flauta, Emídio Costa no clarinete e André Gomes na trompa.
Numa época dominada pelas óperas de Rossini, Schubert teria certamente ouvido muitos arranjos das suas óperas interpretados por pequenos conjuntos como o quarteto de sopros. Prestamos-lhe, por isso, homenagem ao executar o magistral andamento lento do seu principal quarteto de cordas, «A Morte e a Donzela», composto em 1824.
Por fim, para dar a conhecer os sons do nosso tempo, o quarteto de sopros irá interpretar um tango de Daniel Dorff, composto em 1990 para quarteto de clarinetes, que teve tanto sucesso que o compositor teve de escrever mais de uma dúzia de versões para outros conjuntos instrumentais.
A versão desta noite é a 14.ª.
Evento listado através de Visit Algarve
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O Palácio de Estói foi o capricho de um fidalgo oitocentista e é hoje uma pousada, mas os jardins continuam abertos a quem os visita e são o verdadeiro prémio: terraços com balaustradas, painéis de azulejo azul e branco, estátuas, palmeiras e uma escadaria de fontes que apanha a melhor luz ao fim do dia. Fica mesmo ao lado do largo de Estói, pelo que se junta bem a um café na aldeia ou às ruínas romanas de Milreu, a dez minutos a pé. Nas manhãs de semana, fora da época alta, o silêncio é quase total. Entre pelo portão do jardim, em vez da receção do hotel, e suba os terraços de baixo para cima para o melhor efeito.

Milreu foi uma quinta de luxo entre os séculos I e IV, e o que resta lê-se com uma clareza rara: paredes de balneários com mosaicos de peixes e golfinhos, lagares de azeite e o grande templo sobre pódio que os primeiros cristãos converteram em igreja, um dos poucos casos do género em Portugal. Os painéis explicativos são bons e o sítio raramente tem mais do que meia dúzia de visitantes ao mesmo tempo, por isso pode ver tudo com calma, à sombra, enquanto a paisagem rural em volta faz perceber o conforto da vida romana no campo. Combine a visita com os jardins do palácio, ali ao lado em Estói: são uns dez minutos a pé entre os dois.

A Ilha Deserta, oficialmente Ilha da Barreta, é o ponto mais a sul de Portugal continental: sem povoação, sem carros e com um único restaurante junto ao pontão. A maioria dos visitantes fica ali perto, e é por isso que aconselhamos o contrário: siga o passadiço ou a linha de maré para sudoeste, em direção ao Cabo de Santa Maria, e em quinze minutos tem quilómetros de areal só para si, com bancos de conchas debaixo dos pés e a Ria Formosa inteira nas costas. Há barcos a partir do cais da baixa de Faro todo o ano, com mais frequência no verão. Não há sombra fora do restaurante: leve chapéu de sol, água e boné, e confirme a hora do último barco de regresso.
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