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O Centro Ciência Viva do Algarve organiza observação gratuita do eclipse solar no Parque Ribeirinho de Faro, a partir das 18h00 de 12 de agosto de 2026.
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O Centro Ciência Viva do Algarve monta um ponto de observação pública junto ao Parque Ribeirinho de Faro para a tarde do eclipse, aberto a todos a partir das 18h00. Cerca de 92 a 93 por cento do Sol ficará tapado no Algarve durante o eclipse solar parcial de 12 de agosto de 2026. A fase parcial decorre entre as 18h33 e as 20h24, com o máximo próximo das 19h30, com o Sol já baixo sobre o horizonte atlântico. A entrada é gratuita, e o Centro Ciência Viva do Algarve disponibiliza óculos certificados para eclipses e telescópios com filtro solar aos participantes inscritos. Nunca se deve olhar diretamente para o Sol sem proteção adequada, mesmo com a maior parte do disco tapado. Inscrições e mais informações em cienciaviva.pt e eclipse2026.pt.
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O Ludo é a Ria Formosa na sua versão mais generosa: antigas salinas e lagoas de água doce cruzadas por caminhos de terra batida, planos, que se percorrem a pé ou de bicicleta entre o aeroporto de Faro e a Quinta do Lago. Os flamingos são a atração principal e estão presentes a maior parte do ano, acompanhados por colhereiros, pernilongos e, nos pinheiros, camaleões que dificilmente vai conseguir ver. O percurso liga ao trilho de São Lourenço, pelo que dá para uma manhã inteira de observação, e a pista do aeroporto compõe um cenário improvável para fotografias. Comece no caminho de terra junto à ponte da Praia de Faro ou do lado da Quinta do Lago, vá cedo pela luz e leve binóculos.

A Ilha Deserta, oficialmente Ilha da Barreta, é o ponto mais a sul de Portugal continental: sem povoação, sem carros e com um único restaurante junto ao pontão. A maioria dos visitantes fica ali perto, e é por isso que aconselhamos o contrário: siga o passadiço ou a linha de maré para sudoeste, em direção ao Cabo de Santa Maria, e em quinze minutos tem quilómetros de areal só para si, com bancos de conchas debaixo dos pés e a Ria Formosa inteira nas costas. Há barcos a partir do cais da baixa de Faro todo o ano, com mais frequência no verão. Não há sombra fora do restaurante: leve chapéu de sol, água e boné, e confirme a hora do último barco de regresso.

A meio da manhã, a ponte de madeira da Quinta do Lago é um desfile de sacos de praia; ao amanhecer pertence às garças, aos corredores e a quem se deu ao trabalho de pôr o despertador. O passadiço atravessa lago, sapal e duna a caminho da Praia da Quinta do Lago, e a luz rasante sobre a ria é o mais próximo de natureza selvagem que o Triângulo Dourado consegue. Em baixo, no canal, há sempre pescadores, e o trilho de São Lourenço começa junto ao lago, para quem quiser esticar o passeio. Estacione no parque da praia, ao fundo da avenida; chegar antes das oito, no verão, é também fugir à fila do estacionamento.
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